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Segundo o censo demográfico de 2010 realizado pelo IBGE, em 2010, a população do estado de Rio Grande do Norte possuía 3 168 027 habitantes, sendo o décimo sexto estado mais populoso do Brasil, representando 1,7% da população brasileira. Segundo o censo de 2010, 1 548 887 habitantes eram homens e 1 619 140 habitantes eram mulheres. Ainda segundo o mesmo censo, 2 464 991 habitantes viviam na zona urbana e 703 036 na zona rural. Em dez anos, o estado registrou uma taxa de crescimento populacional de 14,30%.
Em relação ao censo de 2000, a população do estado naquele ano era de 2 776 782 habitantes, onde 1 359 953 habitantes eram homens e 1 416 829 eram mulheres. Em relação ao ano de 1991, a população foi contada em 1 178 818 habitantes, 2 415 567 homens e 1 236 849 mulheres.
A densidade demográfica no estado, que é uma divisão entre sua população e sua área, é de sessenta habitantes por quilômetro quadrado, a décima maior do Brasil, comparável à da Tunísia (61 hab./km²). A maior parte dos habitantes se concentra na Mesorregião do Leste Potiguar, especialmente na região metropolitana. Natal concentra, sozinha, em torno de um quarto da população do estado.
O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M) do estado, considerado médio pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), é de 0,738, sendo o vigésimo primeiro do Brasil e o terceiro maior da Região Nordeste, sendo superado apenas pela Bahia e por Sergipe. Considerando apenas a educação, o índice é 0,810 (o brasileiro é 0,849); o índice de longevidade é 0,747 (o brasileiro é 0,638) e o índice de renda é 0,657. A renda per capita é de 8 203 reais. Entre 1991 e 2000, o estado registrou uma forte evolução tanto no seu IDH geral quanto na educação, longevidade e renda, critérios utilizados para calcular o índice. A educação foi o critério que mais evoluiu em nove anos, de 0,642 em 1991 para 0,779 em 2000, e em 2005 o valor passou a ser 0,810.] Depois da educação, vem a longevidade, que em 1991 tinha um valor de 0,591, passando para 0,700 em 2000 e 0,747 em 2005. E, por último, vem a renda, o critério que menos evoluiu entre 1991 (0,579) e 2000 (0,636), passando para 0,657 em 2005. Quanto ao IDH-M, que é uma média aritmética dos três subíndices, a evolução também foi singnificativa, passando de 0,602 em 1991 para 0,705 em 2000, e em 2005 o valor passou para 0,738. O município com o maior IDH é Natal, capital do estado, com um valor de 0,788; enquanto Venha-Ver, situado no extremo oeste do estado, tem o menor valor (0,544).